Como mudar o mundo ?



Estamos vendo o “Brasil do jeitinho” desmoronar em um terremoto gigantesco.

O pais vive um momento histórico onde todos nós, brasileiros de bem, indignamo-nos com tanta corrupção de políticos, venda de favores, falta de ética e roubalheira.
Porém se buscarmos ver o lado positivo de tudo isso, estamos no momento da maior transformação cultural e ética de nosso pais. E isso é muito bom.
Estou certo que vamos construir um Brasil muito melhor, onde todos sigam as leis e as servidores públicos trabalhem de fato pelo bem de todos ao invés dos seus próprios interesses. Onde cada um de nós também possamos nos preocupar com os outros mais do que com nós mesmos. 
Por tudo isso, convido você a também fazer parte de uma grande mudança.
Não vivemos no mundo que desejamos, mas podemos construí-lo de uma maneira muito mais rápida do que imaginamos.


Haley Osment - Cenas do Filme Corrente do Bem

A ideia é simples muito poderosa.
Você ajuda 3 pessoas fazendo algo que elas não podem fazer por elas mesmas.
Por essa ajuda, peça apenas que a pessoa também ajude outras 3 pessoas, criando uma corrente do bem.
O crescimento desses gestos de bondade segue uma progressão geométrica e poderá atingir a todos no mundo.

Ajudando 3 pessoas e cada uma delas ajudando outras 3, logo atingimos 9 indivíduos.
Se esses 9 continuarem ajudando 3 sucessivamente, teremos. 27, 81, 243...
Com apenas 21 repetições como essa, chegaremos a mais de 10 bilhões de pessoas. Ou seja, mais do que a população mundial.


Essa ideia virou um filme excelente, Pay It Forward (Corrente do Bem no Brasil) com Kevin Spacey, Helen Hunt, Haley Joel Osment que vale a pena assistir.

Resenha do Filme Corrente do Bem (Pay it forward)

O filme A corrente do bem retrata a história de um professor e de seus alunos no início do ano letivo. Eugene Simonet é professor de Estudos Sociais e durante suas aulas fez um desafio aos alunos: deveriam desenvolver um trabalho com o objetivo de mudar o mundo. Era uma proposta que instigava uma participação mais ativa no mundo onde viviam para deixá-lo melhor. Todos trouxeram ideias, algumas até interessantes, outras nem tanto. Um de seus alunos, porém, Trevor McKinney, se destacou, criando um jogo em que a pessoa, a cada favor recebido, tinha de retribuir para outras três pessoas, e assim sucessivamente. Seu trabalho tinha como base transformar a vida das pessoas, ou seja, mudar realmente o mundo. Ele o chamou de Pay it forward (“Passe adiante”). 



O que fiz.

Sei que os melhores gestos de bondade são aqueles em que as pessoas que os recebem nem ficam sabendo quem os ajudou.
Vou citar alguns gestos que fiz apenas para dar o exemplo de que podemos ajudar mesmo sem valores financeiros.
Eu sempre ajudei escolas, universidades e ONGS com palestras gratuitas. Fiz, faço e continuarei fazendo por toda vida. Nem conto este gesto como um dos 3 da corrente do bem. O pouco que fiz a mais, segue abaixo:

1. Troquei de garagem. Minha cidade chove bastante e moro em um prédio novo onde as garagens ainda não são cobertas. Por sorteio, a minha vaga ficou em frente a porta de entrada do prédio. Soube que um casal de médicos, meus vizinhos estavam de bebê novo, uma linda menina, a Maria Isis e ofereci trocar de vaga de garagem. A deles ficava a mais de 50 metros da porta de entrada.

 2. Perdoei uma dívida. Além de palestras de motivação, felicidade e linguagem corporal ajudo empresas a melhorarem seus resultados através de consultoria com foco em lucratividade. Um de meus clientes entrou em dificuldade financeira e começou a atrasar os pagamentos. Eu fui até ele, perdoei toda a dívida e propus um outro modelo de trabalho que o ajudou muito a melhorar os resultados.

3. Ajudei uma amiga. Uma amiga me procurou desesperada, sua empresa estava a ponto de fechar, acumulando dívidas e mais dívidas. Ela mesma começava a perder as esperanças e não tinha a menor possibilidade de pagar por uma consultoria. Mesmo assim, eu e minha esposa iniciamos o trabalho e conseguimos uma das maiores guinadas nos negócios. Em alguns meses a empresa zerou as dívidas e hoje passa por reformas para ser repaginada.  

O que achou? Vamos passar essa ideia em frente e construirmos uma verdadeira corrente do bem?



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